9
fev

Fevereiro, o mês oficial das mudanças

Eu devo ter algo cármico com o mês de fevereiro. Numerologia? Algo com signos? A posição do Sol? Não sei.

Fato é que fevereiro sempre me trouxe muitas mudanças, todas positivas e que me puxaram para a frente. Vejam: há onze anos, saí de uma cidade pequena e vim morar em Curitiba, um adolescente que mais parecia uma barata tonta. Há dois anos, entrei em um avião para uma experiência gratificante de seis meses na Colômbia.

Há um ano, entrei na Talk Comunicação e cresci absurdamente como profissional. E agora, no bendito fevereiro, eu faço minha mudança para o primeiro apartamento. Não há como pensar que tudo isso está acontecendo graças a minha bagagenzinha de vida que eu venho carregando desde sempre.

Não sei o que realmente ocorre com fevereiro, mas sempre que janeiro termina eu fico esperando os bons ventos que sopram notícias empolgantes. Talvez eu pense tanto nisso que faço a rodinha da vida girar para que as mudanças apareçam.

De qualquer forma, cármico ou perfeitamente racional, eu não vejo a hora das próximas aventuras!

Rodrigo

2
fev

Ouvir e aprender

ouvidos

 

Algumas profissões, como as de jornalistas, historiadores, psicólogos e médicos, exigem mais do que talento e técnica para a atividade-fim.

É quase imperativo saber, também, ouvir. E, ouvindo, reconhecer valor na experiência do outro.

Ouvir é, para mim, um privilégio. E percebo isso toda vez que trago histórias que alguém me contou para ilustrar um ponto de vista, seja para discordar ou concordar.

E como a gente se surpreende quando ouve. Aconteceu de novo nesta semana, entrevistando uma pessoa para tentar compor seu perfil.

Ela me mostrou, como em outras vezes já havia acontecido, o quanto cada ser carrega em si o potencial da humanidade inteira.

Marisa Valério

 

27
jan

Sobre cumprir metas

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Todo mês de dezembro eu faço uma lista das minhas metas para o ano que irá começar.

Agora que estamos em janeiro, fui olhar o saldo desse primeiro mês e fiquei muito feliz. Ano passado foi um ano bem enrolado, com várias pendências que não consegui resolver e agora vi que a “energia” mudou.

Uma das minhas metas é abandonar a carne vermelha.  Consegui ficar vinte dias sem carne vermelha.  Acabei comendo dia desses por engano e fiquei decepcionada, com muita raiva, mas fazer o quê? Acredito que é parte do processo e que logo direi adeus de verdade à carne.

Resolvi me exercitar também, não sou fã de academia, mas adoro caminhar. Sou daquele tipo que paga um mês e não comparece um dia sequer. Então decidi ir ao trabalho a pé sempre que possível e estou conseguindo.

Então, para um comecinho de ano, acho que está tudo bem. Estou ansiosa para saber o que 2017 me reserva.

Maria Emilia

19
jan

Desapegando

desapego

Desapego será uma das minhas diretrizes em 2017. Comecei o ano fazendo uma grande limpa na casa. Lá se foram roupas, sapatos, móveis e diversos objetos que ocupam espaço e não são úteis na minha vida. Há algum tempo já faço isso, mas agora estou ainda mais desapegada. Minhas necessidades mudaram muito nos últimos anos, deve ser a idade. Já entendi que a felicidade pode ser muito mais simples.

Mas essa limpeza toda é apenas simbólica, o principal desapego vai muito além dos objetos. Resolvi desapegar de pessoas, de lugares, de situações, etc. Todo mundo deveria experimentar essa sensação, é boa demais! Não estou falando em excluir todos os vínculos que temos, mas sim de escolher os que queremos.

Experimente!

Bjs,

Aline

12
jan

Nós precisamos reclamar do calor novamente

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Estou repetitivo, mas é que está ficando insustentável. Que calor é esse? Uma das minhas resoluções de 2017 é reclamar bem menos, mas é difícil quando você chega nos lugares com a sensação de que vai desmaiar a qualquer momento! Pior é a sensação de achar que você deve botar uma roupa fresca e correr à praia, mas aí você lembra que a praia está longe e que não exatamente a gente quer correr na areia, apenas fugir do calor.

Nesta semana Curitiba chegou aos 31 graus, algo recorrente nos últimos anos, mas isso não nos impede de reclamar. Acho que reclamar do calor está liberado. Hoje está mais fresquinho, mas vamos reclamar da possível volta do abafamento coletivo. Sorte de quem tem aparelho de ar-condicionado e consegue condicionar uma alegria quando pisa na sala de casa.

E você sabe que quando o inverno chegar nós vamos reclamar do frio absurdo, né? Da temperatura baixa demais, de que não temos roupas, de que a cidade não está preparada e várias outras reclamações. Eu já me acostumei. Melhor botar pra fora mesmo.

Então vamos seguindo reclamando do calor e de gente que reclama do calor e de gente que reclama porque reclamam demais de gente que reclama. É tanta reclamação que me dá calor.

Rodrigo

6
jan

Debruçada na janela

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Acho que finalmente alcancei aquela idade em que mais se vive o tempo presente. O futuro não tem mais do que uns 12 meses, o suficiente para planejar uma viagem, começar a pagar as despesas, e finalmente ir e voltar, para começar tudo de novo em torno de outro destino.

Não tenho mais tempo para projetos de longo prazo. A casa que comprei é a que terei. Os filhos que tivemos são nosso legado para a espécie.

Há quem, nessa fase, escreva livros, salte de para-quedas, estude arte e aprenda a comprar vinhos.

Para a jovem que fui, o futuro não chegava nunca. Lembro da sensação de querer tudo agora e para ontem, e de só conseguir fracionar sonhos e desejos.

Para a velhinha que, espero, serei, talvez o presente vire abstração. Vejo os velhos com quem convivo presos a um passado que não está em lugar algum, órfãos de dias melhores que não virão mais.

O presente é uma janela que um pé de vento pode fechar a qualquer momento. Vou me debruçando nela enquanto posso. Aprecio a vista e a brisa, mexo com os vizinhos, especulo sobre as nuvens e elas me contam histórias de agora.

Marisa Valério

15
dez

E esse frio fora de época?

E-esse-frio-fora-de-época

Ninguém está entendendo nada. Já é dezembro, tempo de fazer aquela matrícula na academia, botar em prática o projeto verão, curtir o sol, ir à praia… mas estamos vestindo lã e couro.

Que 2016 foi um ano esquisito, todo mundo deve concordar, e que o clima de Curitiba é temperamental, todo mundo sabe. Mas esse ano o negócio parece ainda mais estranho. Tivemos poucos dias ensolarados, muitos dias cinzas e frios e agora, no final do ano, parece que poderemos presentear as pessoas com blusas e cachecóis. Afinal, hoje é dia 15 de dezembro e está 16 graus! Seria legal se nevasse.

Para quem gosta de calor ou para quem só quer passar uns dias salgando o corpinho na praia, resta esperar que a primavera/verão chegue logo por essas bandas e a gente possa usar nossas camisetas e fazer um happy hour caloroso os amigos.

Beijos

Rodrigo

9
dez

Chelsea Handler, o programa que você precisa assistir

chelsea-foto

Eu desenvolvi um novo vício recentemente: Chelsea Handler.

Chelsea é simplesmente uma das melhores coisas que a televisão já apresentou.   Comecei a assistir o seu programa no canal E! da tv a cabo há uns três anos, mas em 2016 ela estreou um talk show na Netflix. O programa, que se chama “Chelsea Handler”, é exibido todas as quartas, quintas e sextas-feiras, em horário “mundial”. Ou seja, vai ao ar no mesmo horário em todos os locais do mundo, mas, logicamente, fica à disposição para ser visto quantas vezes quisermos na Netflix.

Ela tem 41 anos, é americana, apresentadora, humorista, pisciana e com posições sobre a vida que me enchem de orgulho.  É uma democrata fervorosa, que dedicou os últimos meses a fazer do seu programa uma plataforma pró-Hillary Clinton. Defende o direito das mulheres não terem filhos (com vários quadros engraçadíssimos sobre as maravilhas de não ser mãe) e faz um humor autocrítico muito interessante também, sem vergonha alguma se expor.

Os convidados são um caso à parte. Stella Mccartney (estilista vegana super em voga e filha de ninguém menos que o beatle Paul Mccartney), Gael Garcia Bernal, Arianna Huffington (criadora do Huffington Post), Gwen Stefani (da banda No Doubt), Jon Favreau (redator dos discursos do presidente Barack Obama), entre muitas outras personalidades mundiais que fogem das figurinhas carimbadas dos talk shows tradicionais. Até o ator Wagner Moura passou por lá para falar sobre sua carreira e ainda explicar para Chelsea um pouco do cenário político brasileiro.

E tem mais: Chelsea tem dois cachorros, e um deles, o Chunk, está em todos os programas e desfila pelo palco livremente, sentando entre os convidados.  Os looks que usa no programa são um ponto forte também, sempre misturando hi-lo, e outros tantos usando marcas que têm alguma posição política ou viés sustentável. Como não amar? Aproveite esta sexta para assistir, o programa dura meia-hora.

Beijos, Emilia.

25
nov

Espírito colaborativo

DSC3527Em 90% dos currículos que vejo por aí consta “facilidade para trabalhar em equipe”. Mas será que os profissionais sabem o que isso significa na prática?

Aqui na Talk nós sabemos! E, nesta semana pudemos exercitar mais intensamente o nosso espírito colaborativo. Responsáveis pela comunicação do ID Fashion 2016, trabalhamos intensamente na cobertura do evento. Cada um tinha uma pauta e fizemos uma divisão de trabalho, que incluiu textos, entrevistas, edição, atendimento à imprensa, gerenciamento das mídias sociais, coordenação de equipe de fotografia, entre outras atividades.

Foi muito trabalho! Mas o melhor de tudo é ver que a tal divisão não é limitadora, pois é nessas horas que precisamos ter um olhar panorâmico das coisas. Perceber o que acontece ao nosso redor e como podemos ajudar e resolver. E assim o resultado é garantido.

Manter o bom humor e a boa vontade é fundamental. Mesmo com muita correria, demos boas risadas e aprendemos uns com os outros. Esse é o verdadeiro espírito colaborativo.

Bjs,
Aline Cambuy

 

17
nov

Louco pela monarquia

crown

Eu estou assistindo à The Crown, nova série da Netflix sobre o início do reinado da Rainha Elizabeth II.  Além de apresentar a trajetória da monarca britânica, a série também mostra um império em declínio, as transformações políticas e sociais que ocorreram no mundo, com o surgimento de uma nova era.

A série é tão, tão boa, que eu estou obcecado pela obsoleta monarquia britânica. Como a história não se preocupa em explicar as truncadas funções oficiais e o complexo sistema político, tudo fica mais instigante e, se você não está familiarizado, é necessário um pouco mais de pesquisa para compreender o que acontece.

De repente, estou procurando livros sobre monarquia, pesquisando a vida da Sua Majestade, da irmã, da mãe, do tio e até dos cachorros. Tudo é encantador, ainda que cafona ao máximo. E, como se não bastasse, a série ainda entra no misterioso e recatado bastidor da família real e, embora tudo seja extremamente luxuoso demais para nós de sangue vermelho, a gente fica encantado com os termos usados, os gestos, as roupas, os castelos e com aquela coroa horrorosa, mas fascinante.

Não me deixem sozinho nessa! Comecem a assistir e vamos conversar sobre a nossa amiga Rainha Beth II, herdeira aparente do Príncipe de Gales, rainha das rainhas, poderosíssima!

Um beijo real

Rodrigo