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9
fev

É Carnaval

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Eu gosto do Carnaval. Gosto de ver as pessoas fantasiadas, alegres, cantando e dançando. Gosto da folia, das serpentinas, do glitter na maquiagem e até das tradicionais marchinhas. Mas confesso que esse ano estou com preguiça. Decidi não enfrentar a estrada para o litoral. Só mudaria de ideia se fosse para sambar na Sapucaí, mas não me organizei para isso.

E quem disse que Curitiba não tem Carnaval? Vou pular os desfiles das escolas de samba locais que a prefeitura promove na Marechal Deodoro. Mas no domingo quero levar o caçula para a Zombie Walk, ele nunca participou e está animadíssimo. Também vai ter churrasco na beira da piscina na chácara, passeio de bicicleta, soneca pós-almoço, cineminha, enfim, o negócio é aproveitar o feriado.

Um excelente Carnaval a todos!

Bjs,

Aline Cambuy

26
jan

Todos nós podemos ser criativos

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É muito comum acharmos que criatividade é algo restrito a poucas pessoas, geralmente publicitários, músicos, artistas e profissionais da área de humanas, e que ela não é necessária para todas as áreas. Sempre achamos que a criação de algo novo é muito complexo, demorado e que exige um talento especial. Por isso, muitas vezes acabamos nos acomodando, caindo na rotina e repetindo sempre as mesmas coisas (seja no trabalho, para problemas da vida pessoal ou qualquer outro aspecto).

Mas, no ano passado, conheci os vídeos e cursos do humorista Murilo Gun, que se propunha a ensinar criatividade. Foi algo que me chamou muito a atenção, já que nem sabia que era possível estudar esse tema. Em alguns de seus vídeos ele nos ensina como a criatividade é importante para qualquer pessoa e como todo mundo pode ser criativo.

Segundo ele, criatividade não é necessariamente criar algo completamente novo, inovador e que transformará a vida de todos. A criatividade é simplesmente utilizar uma solução ou uma saída diferente para resolver qualquer tipo de problema da nossa vida. Isso pode valer para a elaboração de um texto, um projeto complexo a longo prazo para uma empresa ou um problema “banal” como fazer os filhos comerem de maneira mais saudável.

Algo que vai além daquele clichê que tanto nos intimida e que vem sendo repetido exaustivamente no mercado de trabalho, o “pensar fora da caixa”. Ser criativo pode ser combinar diversos elementos que já temos em nosso repertório ou experiências vividas por nós e que se forem conectados podem representar uma solução criativa.

Segundo o Murilo Gun, a criatividade também pode ser composta por uma piada, uma ideia maluca, absurda ou até mesmo infantil. Às vezes uma ideia que a princípio pode ser completamente absurda pode ser combinada a outros elementos que aparentemente não tenham nada a ver para compor uma solução criativa para o problema. Basta ligar todos esses pontos para que uma solução criativa esteja presente. E se isso for realizado em conjunto com outras pessoas com repertórios diferentes em busca de um mesmo objetivo, melhor ainda.

E isso é algo que pode sim ser exercitado e praticado, e existem técnicas especiais que são ensinadas em congressos e até mesmo em escolas dedicadas ao tema.

A moral da história é que a criatividade é sim importante para todos e qualquer pessoa pode ser criativa se estiver disposta a desenvolver isso.

Se quiser conhecer mais sobre essa noção de criatividade confira o canal do Murilo Gun no YouTube e o seu site oficial.

Abraços,

Renan

19
jan

Eu amo a minha caneta

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Você não leu errado. Eu amo a minha caneta. Sou apegado a ela. Cuido dela como um cão cuida do seu lar. E agora, digitando, eu me dou por conta desse – vamos chamar assim – carinho todo (e entendo o bullying que sofro no trabalho).

Mas não tenho frescura não, viu? Comigo, caneta não tem marca. O meu amor mais recente foi por uma Bic. Essas de bodegueiro, atrás da orelha. Sumiu, coitada. Quer dizer, alguém raptou. Vocês não têm ideia do número de “sequestradores” de canetas espalhados por aí. Hoje ela rabisca outras folhas quaisquer.

Nesse momento estou usando uma caneta que ganhei de um dos clientes que atendo. Adorei  também. Com o tempo, os dedos vão se adaptando. Aí o ame para sempre até que a tinta acabe está confirmado. Essa nova já está mais que adaptada.

O engraçado é entender a origem desse gosto. Eu não consigo remeter ao momento em que começou ou ao motivo. Talvez por ter conquistado a primeira caneta apenas na época em que estava iniciando a 5.ª série, lá pelos meus 12 anos. Quando eu era mais jovem, o colégio proibia o uso de caneta em sala de aula. Velhos tempos.

Enfim, faço aniversário em junho e uma caneta de pena seria um belo presente. Ou apenas uma Bic. Prometo amar e usar até o fim da tinta. Ou até um sequestrador levá-la sem pedir resgate. Essas pessoas que somem com a caneta alheia…

12
jan

Livros

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Desde o final do ano passado eu tomei uma decisão pessoal e gostosa: ler mais. Há uma rede social para leitores, chamada Goodreads, que propõe anualmente um desafio de leitura. Você coloca um número de livros como meta e, a cada obra finalizada, o site vai contabilizando. Nisso, você vai ouvindo a opinião dos outros sobre aquele livro que você acabou de ler, encontra alguns outros, recebe indicações e assim vai indo. Minha meta este ano é de 50 livros, sendo que já li dois e atualmente leio “O que deu para fazer em matéria de história de amor”, de Virginia Vigna, grande autora brasileira falecida ano passado.

(parênteses: no finalzinho do ano eu comprei um Kindle, contrariando meu apego ao papel. Quis comprar para poder ler alguns livros de fora do país que ainda não foram traduzidos. Eu estava pronto para odiar. Acabei amando e recomendo. Além de leve, te faz ler mais e mais rápido).

Eu conheci os livros por meio da minha tia, que me emprestou “Assassinato no Expresso do Oriente”, da Agatha Christie. Um livro estranho para se emprestar para uma criança, mas gamei. Depois disso foram vários da mesma autora, ou a coleção Vagalume ou até aqueles livros obrigatórios da escola/vestibular, que de tão obrigatórios se tornam chatos e, para quem não tem o hábito da leitura, aí é que desiste de vez. Existem livros que precisam ser lidos depois de uma certa maturidade, e não digo maturidade no sentindo intelectual. A gente precisa viver um pouco antes de mergulhar em algumas histórias.

Também fui fisgado, claro, por Harry Potter, e aí ler se tornou um troço tão divertido que eu nunca mais larguei. Inclusive hoje em dia eu agradeço quando alguém se atrasa, o trânsito congestiona ou eu demoro pra ser atendido. Dá mais tempo de ler.

Não sou daqueles que acham que a leitura transforma o ser humano numa pessoa melhor e a eleva a um patamar maior. Tem muito babaca leitor por aí. Acho que nós deveríamos parar de falar sobre leitura como uma redenção do espírito e começar a mostrar que ler é um negócio divertido demais. Também não acho que ler os clássicos seja obrigatório nem que que best-seller mata células do cérebro. Não interessa se você lê “Cinquenta Tons de Cinza” ou os clássicos da literatura. Acho bacana se desafiar enquanto leitor, experimentar outros estilos, conhecer outros autores, mas cada um é cada um. O que não dá é pra ficar normatizando algo que é muito prazeroso.

Beijos e bons livros em 2018!

Rodrigo

 

22
dez

2017, que ano!

Talk-Barolo

Nossa equipe foi fantástica, vestiu a camisa e mostrou que juntos somos mais fortes. Esse é o espírito de trabalho por aqui. Vibramos com as conquistas de cada um e nos apoiamos uns nos outros para superar qualquer dificuldade. Essa sintonia garante um ambiente de trabalho muito bom e resultado com qualidade.

Ampliamos nossos serviços com a implantação do departamento de clipping, que nasceu com uma proposta inovadora e é resultado do empreendedorismo dos nossos colaboradores. Conquistamos novos clientes e mantivemos na casa outros tantos que são nossos parceiros de longa data. Em 2018, a Talk ganha um novo integrante que vem para reforçar ainda mais nosso time de jornalistas.

Agradecemos a confiança de todos os nossos clientes, a parceria dos nossos amigos da imprensa e o apoio de nossas famílias. Vocês tornam possível essa caminhada.

Um Feliz Natal e que 2018 seja incrível para todos vocês!

Beijos,

Aline Cambuy e Marisa Valério

5
dez

Acumular riquezas ou experiências

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Eu considero que faço parte de uma parcela da minha geração que não pode ser denominada. Aprendi datilografia, técnicas comerciais e o básico sobre elétrica e marcenaria no colégio. Fiz provas na escola que eram mimeografadas. Mas ao mesmo tempo peguei o começo da popularização dos celulares e computadores. Tive a oportunidade de ter os dois a partir dos 15 anos. Aqui eu abro uma explicação aos mais jovens: ter um celular e um computador com 15 anos naquela época é a mesma coisa que uma criança de uns sete anos ter um smartphone nos dias de hoje.

E qual a relação de tudo isso com o título?

Também faço parte de uma geração que muitas vezes fica em dúvida sobre acumular riquezas ou experiências. Não estou dizendo que uma exclui a outra. Eu e a minha esposa, por exemplo, buscamos ter segurança e responsabilidade financeira sem abrir mão das experiências. Ambas podem caminhar de mãos dadas.

Mas se tem algo que quero proporcionar aos nossos filhos no futuro – além dos exemplos mínimos como ética, gratidão, caráter, preocupação com o próximo, fazer o bem, buscar ser justo… – é que busquem vivenciar experiências de todas as formas. São elas que contribuem – e muito – para a nossa formação como seres humanos.

Se puder, vá viajar (pode ser qualquer lugar), more fora, faça algum tipo de trabalho voluntário como enviado em algum país pobre, tente uma bolsa para intercâmbio, viva a cidade em que você mora, utilize o transporte público, participe de alguma coisa que tenha o sentido de comunidade, doe-se ou doe algo para quem está precisando e entenda a realidade dessa pessoa, conheça alguns dos seus vizinhos, converse com o motorista no Cabify, Uber ou qualquer um desses meios de transporte da vida moderna. Enfim, se entregue.

Sei que você vai dizer que precisamos de dinheiro para cada uma dessas coisas. Claro que precisamos. Mas a minha experiência diz que muito menos do que imaginamos. A nossa programação cerebral que diz para acumular riquezas pode criar pequenos gatilhos de sabotagem e impor várias coisas que tornem as experiências inviáveis. Dedique-se. Isso também é uma experiência.

Beijo,

Wellington

17
nov

Deu e passou!

Foto: Divulgação

Depois de passar 30 anos envelhecendo, fiz uma descoberta recente que me deixou muito animada: minha velhice passou. É isso, deu, mas já passou, foi uma fase.

Talvez volte, vou ficar de olho. Mas por enquanto sinto que ela se foi e já foi tarde. Os amigos da minha idade – algo entre 50 e 60 anos – conseguem entender, depois que me explico.

Os jovens me olham com aquela condescendência que reservamos aos desajustados em geral e sepultam comentários debaixo de uma risadinha. São jovens, mas não são burros!

Vou resumir aqui minhas razões. Como sabem os mais próximos, não pretendo morrer. Se acontecer um dia, paciência. Só não está nos meus planos.

Por isso, resolvi há algum tempo mudar de vida. Nada muito espetacular. O suficiente, porém, para me devolver a juventude. Emagreci e venci a síndrome metabólica, nome técnico para as doenças da obesidade. As chiques, como a hipertensão, o diabetes, a esteatose hepática, a hipercolesterolemia; e as de pobre, como a dor nos quartos, o esporão calcâneo e até a unha encravada…Que tudo dá em quem é gordo.

Pois muito bem. Livre do peso que levava nas costas, livre dos remédios de uso contínuo, livre da ameaça de morte precoce por obesidade, eis que descobri que estou jovem de novo.

A velha guria que havia em mim reapareceu em forma de disposição e humor. E veio com bônus, em doses extras de tolerância e resiliência.

É claro que tudo isso tem pouco a ver com o espelho, esse miserável, que só escondeu a passagem do tempo para o sortudo do Dorian Gray. De modos que resolvi ignorá-lo, não preciso muito dele. Dou aquela conferida no reflexo para ver se as cores estão combinando, se não estou saindo de casa com a saia presa em algum lugar, se o cabelo segue em seu escorrido padrão, e sigo adiante.

Eu e Benjamin Button, mais jovens do que nunca!

Beijos,

Marisa

10
nov

Série é coisa séria

series

Quem me conhece bem sabe que um assunto predomina nas minhas conversas: séries. Ou seriados. Ou minisséries. Tem diferença, sabia? Para mim, estas produções já deixaram de ser apenas um passatempo, embora elas sejam, essencialmente, um entretenimento maravilhoso.

Não me entenda mal. As séries não viraram algo pesado e chato para mim, mas depois de anos vendo tanta televisão boa – e ruim também – acompanhar este modelo de narrativa virou um hábito. Eu não assisto porque estou entediado ou porque está todo mundo falando de determinada produção, mas porque já incorporei na minha rotina. É um prazer e um trabalho gratificante.

Para quem não sabe, eu assino uma coluna semanal sobre séries no site A Escotilha, cujo objetivo é oferecer uma visão mais crítica de diversas formas de arte. Também colaboro com o site Minha Série.

As séries acabaram sendo a grande revolução artística dos últimos tempos. Pense bem. Falando apenas de Brasil, se antes os seriados ficavam relegados às madrugadas da Globo ou do SBT ou eram apenas um nicho para quem tinha TV a cabo, hoje as produções viraram objetos de estudo, fora a mudança que houve na televisão mundial. É um crime dizer que a televisão, hoje, é sinônimo de burrice. Existem produções por aí tão incríveis que nem o cinema nem a literatura podem contestar (assista Família Soprano, Six Feet Under, Breaking Bad ou The Handmaid’s Tale).

É claro que isso me tornou um pouquinho chato (só um pouco). Tem gente que acha incrível determinadas séries e eu enxergo um monte de detalhes que não me impressionam, mas não é por arrogância. Eu simplesmente já assisti a coisas demais e li livros demais sobre. Houve uma época em que eu assistia 30 séries ao mesmo tempo e tinha toda a programação do que passava nos EUA. E eu assistia tudo sem me perder. Eu disse que era coisa séria.

Então, se eu disser que 13 Reasons Why me deu vergonha alheia, que Friends envelheceu mal e ficou datado, que a Netflix é ótima, mas anda acabando com o formato seriado e que Game of Thrones nem é tão boa assim, mas supervalorizada, não me leve a mal. Não estou ofendendo ninguém. Não me xingue.

Esse texto é só para falar mais um pouco sobre o assunto que eu mais consumo, leio e escrevo. Quem ainda não gosta é porque não descobriu uma série para chamar de sua. Se quiser algumas dicas, é só falar comigo.

Beijos

Rodrigo, o louco das séries

27
out

Todo dia pode ser um Natal

Heart-on-road

Sim, eu sou desses nostálgicos que amam a época do Natal e Réveillon. Sei que você deve pensar: é óbvio, todos amam essa época.

Mas, desde 2014, ela tem um significado ainda mais especial. É a época do ano em que eu, a minha esposa e o peludinho de quatro patas enfiamos as malas no porta-malas do nosso carro e pegamos a estrada para passar um tempo mais prolongado no Rio Grande do Sul.

Aí você pensa que o melhor de toda essa história é esse tempo por lá. Nãnaninanão. Como não podia ser diferente para um ser cheio de peculiaridades como esse que escreve esse post, a parte que mais amo é o trajeto de ida e vinda.

Amo pelo que ele representa. A ideia de pegar as nossas coisas e sair pelas estradas dentro de um ambiente tão pequeno e íntimo como um carro e ao lado dos dois seres que mais amo. E estou falando de quase dez horas de ida e outras 14 horas para retornar do Rio Grande do Sul.

Ou seja, muito tempo para conversar, comer, ouvir música, colocar a conversa do ano em dia, repassar o que queremos para o próximo ano, exercitarmos a gratidão sobre o que somos, trocar ideias e opiniões e, claro, inundar o carro de amor e reverberar coisas positivas.

Durante todo esse tempo ficamos sem pegar nos celulares ou envolvidos com a última notícia “urgente” que encontramos na internet.

“Acredite, ela estará lá no dia seguinte.”

É tempo onde tudo pode esperar e hora de resgatarmos o contato humano. Coisa que muitas vezes a correria da vida cotidiana acaba deixando um pouco de lado.

E, na verdade, acredito que essa seja uma das grandes mensagens dessa época do ano. O Natal e o Réveillon são momentos que dedicamos para viver a vida de uma forma mais próxima do outro. Damos atenção, conversamos, tentamos desconectar e aproveitar intensamente cada momento, compadecemos pelo esforço das outras pessoas e, mesmo que inconscientemente, buscamos o nosso melhor para trazermos, pelo menos durante esses sete dias, o que realmente temos de melhor.

“Os problemas vão embora? Não. Mas com esse sentimento parecem de mais fácil solução. Pode ser uma realidade falsa? Gostaria de pensar que essa deveria ser a nossa busca diária.”

E, com outubro chegando ao seu fim e novembro dando as caras, já começo a rever 2017 e pensar em 2018. Vocês sabem que gosto de planejar com antecedência, né? E estou orgulhoso das coisas que fiz (ou fizemos, né Tutti?) nesse ano. Falando por mim, considero que tive uma transformação inacreditável como ser humano e profissional. E isso passa pelo homem lá de cima dar a oportunidade de conhecermos e vivermos com as pessoas certas. Encontrar novas amizades, novos ares, rever como viver alguns relacionamentos e estar bem comigo mesmo foram fundamentais nesse processo. Essa transformação passa pela minha esposa que é uma pessoa fora de série e angelical e a humanidade de pessoas felizes e do bem que encontrei aqui na Talk.

Vamos em frente com passos firmes e delicados na busca por um eu, tu e nós melhores. E não precisamos esperar 2018, viu? Que tal começarmos ainda em outubro a construção desse lugar melhor? Que tal começarmos agora. Os sentimentos do Natal estão dentro de cada um 24 horas por dia e 365 dias por ano.

Então, vamos resgatar eles? <3

Beijos,

Wellington

20
out

Meu novo inimigo velho

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Você vai levando a vida naquele tranquinho, devagar e sempre, querendo que o mundo acabe em barranco. E aí, do nada, as coisas mudam de ritmo. Nas últimas semanas, entrei no já popular mundo da alimentação low carb, em que as pessoas comem abacate com ovo com estranha desenvoltura.

Passei anos contando calorias – ou fazendo de conta que elas não existiam enquanto ganhava área física em muitos metros cúbicos. Agora persigo carboidratos com sangue nos olhos.

Coitados!

Num exercício de extrema sinceridade com meus botões devo reconhecer que o verdadeiro inimigo é meu olho grande, sempre atento à comida, sempre enviesado para o prato alheio, atualizado em sabores e quantidades.

Neste mês estou chegando à idade em que meu pai se foi, acometido por um enfarte fulminante. Muito jovem, muito lindo, muito por viver…Fiquem aí curiosos, que não vou cometer a indelicadeza de informar a idade do meu pai…

Só falo nisso para explicar por que ando pensando tanto em saúde e me esforçando para evitar os carbos, como quem foge daquela cunhada magra, alta e loira que sempre parece recém saída do banho.

Beijos,

Marisa